quarta-feira, 30 de julho de 2025
Criança, Adolescente e Tela: um olhar reflexivo sobre desafios e oportunidades.
quinta-feira, 24 de julho de 2025
PODCAST: ESTRATÉGIA NACIONAL ESCOLAS CONECTADAS
Neste episódio do PodDivas, mergulhamos em um tema fundamental para o futuro da educação pública: a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas. Discutimos como essa iniciativa busca garantir internet de alta qualidade nas escolas, promover o acesso a tecnologias e oferecer formação continuada para os educadores. Refletimos sobre os desafios de implementação, os efeitos sociais e o papel crucial da inclusão digital para a equidade educacional no Brasil.
👥 Realização: Grupo 6 — Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais | UFS | 2025.1
terça-feira, 22 de julho de 2025
OBSERVAÇÕES SOBRE FAKE NEWS E DESINFORMAÇÃO.
Você já parou para pensar quantas informações falsas passam por nós todos os dias sem que a gente perceba?
Pois é. Muitas vezes, sem nem nos darmos conta, temos contato com desinformação e fake news. Ao ouvir um episódio sobre esse tema, fui levada a refletir sobre o quanto a desinformação impacta nosso papel como educadores e cidadãos, já que esse fenômeno atinge todas as esferas da sociedade. Por isso, é tão importante buscar conhecimento e aprender a checar notícias antes de aceitá-las como verdadeiras. Precisamos identificar se uma informação é confiável, se é uma notícia falsa ou manipulada, e entender que ter acesso à informação de qualidade está diretamente ligado ao nosso direito à comunicação. Formar uma postura crítica diante do que consumimos é essencial para que possamos usar as plataformas digitais com consciência.
A professora, em sala de aula, mencionou que durante determinado período político, havia uma ferramenta digital capaz de verificar se uma notícia era falsa. Quando confirmada como falsa, ela era retirada do ar. Imagine como isso seria benéfico para a sociedade! No entanto, sabemos que muitas dessas informações enganosas permanecem circulando porque geram lucro e, por isso, nem sempre há uma intervenção eficaz para combatê-las. Diante disso, é fundamental que a escola incentive a participação crítica e responsável dos estudantes no mundo digital, desenvolvendo sua autonomia, criatividade, capacidade de escuta e argumentação. A formação de cidadãos digitais conscientes envolve promover discussões sobre desinformação, respeito à privacidade, direitos autorais e o impacto das postagens nas redes sociais. Por meio de oficinas, projetos e debates interdisciplinares, os alunos podem aprender a usar as mídias como ferramentas de conhecimento, comunicação e transformação social e não como espaço para reprodução de conteúdos irresponsáveis. No cotidiano escolar, é comum que os estudantes se deparem com boatos muitos deles vistos no celular, gerados por inteligência artificial, memes ou comentários de colegas e recorram aos professores para saber se são verdadeiros. Isso mostra o quanto os educadores têm papel importante, mesmo diante da dificuldade de identificar o que é verdadeiro em meio a tanta informação. Apesar disso, são eles que formam leitores críticos, capazes de não acreditar em tudo que veem. A plataformização pode ser uma aliada poderosa na educação, se for utilizada com consciência crítica e equilíbrio. A escola precisa garantir que essas ferramentas não substituam o papel humano do professor, nem comprometam a liberdade pedagógica ou a proteção dos dados dos estudantes. Fica evidente que muitas desinformações e fake news são compartilhadas intencionalmente, já que quem as espalha quase sempre se beneficia de alguma forma. Por isso, o papel do professor é ainda mais importante: ele atua na formação ética, crítica e autônoma dos jovens, ajudando-os a pensar, questionar e agir com responsabilidade no mundo digital.
terça-feira, 8 de julho de 2025
REFLEXÕES SOBRE A INTELIGÊNGIA ARTIFICIAL E EDUCAÇÃO.
Reflexões sobre Inteligência Artificial e Educação: entre desafios e possibilidades.
quinta-feira, 3 de julho de 2025
Tecnologias e Políticas Públicas na Educação
Durante o debate em sala e com o apoio dos textos, foi possível entender com mais profundidade como as tecnologias e as políticas públicas educacionais evoluíram do século XX ao XXI, e o quanto isso impacta a formação docente e a prática pedagógica.
No século XX, os primeiros programas educacionais com tecnologia, como, a TV Escola e o ProInfo representavam tentativas de desenvolver o mundo e o futuro de jovens por meio da tecnologia nas escolas públicas, com foco na distribuição de conteúdos prontos e pouca preocupação com as diversidades regionais. A ideia era padronizar o ensino por meio da tecnologia, mas sem incluir de fato o professor no processo de construção e adaptação desses materiais. Já no século XXI, os debates se aprofundaram. A chegada da internet, dos laboratórios de informática e da educação conectada (como o Programa Educação Conectada e o PNED – Política Nacional de Educação Digital) traz novas exigências: infraestrutura, formação docente e acesso justo. Agora, a prioridade é usar a tecnologia como instrumento pedagógico, e junto com a tecnologia o método pedagógico também tem que acompanhar e não apenas como veículo de transmissão de conteúdos. Políticas como o ProInfo, Um Computador por Aluno (UCA), PNLD Digital e a criação dos Núcleos de Tecnologias Educacionais (NTEs), foram marcos importantes. Apesar dos avanços, muitos desses projetos enfrentaram problemas como falta de formação dos professores que por muitas vezes não sabem como usar a tecnologia para auxiliar na educação, descontinuidade política por não dá continuidade ao plano educacional e desigualdades regionais, uma vez que, na tentativa de implementar um computador por aluno e não chegou em todas as escolas do brasil, assim, nem todos foram comtemplados, em detrimento do desenvolvimento escolar e da sociedade. O recente PNED reconhece que educação digital é um direito e um dever do Estado, o que coloca o tema no centro das políticas educacionais e reforça, mas uma vez o papel que o Estado já devia ter assumido a séculos atrás. A meta é conectar todas as escolas com internet de alta velocidade, formar professores capacitados para uso e ensino de tecnologias e para utilização pedagógico das tecnologias mostra um novo caminho mais integrado e coerente.
Como futura professora, entendo que não basta saber apenas usar as tecnologias, é preciso compreender o sentido pedagógico delas e aprender a como manusear ela da melhor forma para ela seja uma aliada e não uma vilã, pois, a tecnologia deve estar a serviço de uma educação crítica, inclusiva e transformadora. Esses debates me ajudaram a refletir que minha formação precisa ser contínua, e que educar no século XXI exige pensar além do conteúdo, é preciso preparar cidadãos digitais, conscientes de seus deveres e direitos, e capacidades criativas. Além disso, pensar na tecnologia dentro da escola pública me faz entender que ser professora é também assumir uma postura política, lutando por uma escola conectada, justa e significativa para todos os alunos. A aula me ajudou a perceber que a educação digital não é sobre “ter computadores”, mas sobre como ensinar com eles e como trabalhar com outras tecnologias junta com as metodologias de ensino.
MARCO CIVIL DA INTERNET
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